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25/02/10 - Desemprego aumenta para 7,2% em janeiro, revela IBGE

 

A taxa de desemprego subiu 0,4 ponto percentual em janeiro, em relação à de dezembro (6,8%), e chegou a 7,2%. Na comparação com o resultado do mesmo mês do ano passado (8,2%), no entanto, houve redução de 1,0 ponto percentual, informou hoje (25) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

A população desocupada (1,7 milhão) cresceu 6,0% na comparação mensal (mais 95 mil pessoas) e teve queda de 10,7% em relação a janeiro de 2009 (menos 203 mil pessoas).

 

A população ocupada chegou a 21,6 milhões, o que representa uma queda de 1% em relação a dezembro e uma alta de 2,1% na comparação com janeiro de 2009.

 

O número de trabalhadores com carteira assinada (9,8 milhões) ficou estável na comparação mensal. No entanto, em relação a janeiro do ano passado, houve aumento de 3,5%, representando mais 333 mil empregos com carteira assinada.

 

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.373,50) teve alta de 1,1% ante dezembro de 2009 (R$ 1.359,17) e recuo de 0,4% ante janeiro do ano passado (R$ 1.378,74).

Fonte: Agência Brasil

 


 

24/02/10 - Indústria deve crescer cerca de 7% neste ano, prevê CNI

 

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto afirmou hoje (23) que a indústria deverá ter crescimento "vigoroso" neste ano, em relação a 2009, da ordem de 7%. Esse deverá ser o resultado na indústria da transformação, na construção Civil e na área da extração mineral.

 

No entanto, ele ressalva que isso deverá significar "apenas uma volta ao índice pré-crise, pois o país deverá voltar ao desempenho verificado em 2008".

 

No ano passado, a indústria em geral teve queda de cerca de 7% em relação a 2008, lembra Monteiro.

 

De acordo com o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias de São Paulo (Depecon/Fiesp), o crescimento estimado pela CNI para 2009 significará o efeito carry over, ou seja, o crescimento efetivo em relação a 2008, já que a previsão seria de desempenho de 12% em relação a 2009. Repórter Lourenço Canuto

Fonte: Agência Brasil

 


 

25/02/10 - Consumo de energia cresceu 9,1% em janeiro

 

O consumo de energia no Brasil subiu 9,1% em janeiro de 2010 quando comparado com o mesmo mês de 2009, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O aumento foi impulsionado pelo calor em todo o país e pelo baixo índice de comparação com o período comparado.

 

Como este período estava dentro da crise econômica internacional no ano passado, a base de comparação foi baixa, provocando forte aumento no consumo industrial – que ficou 13,2% maior.

 

No consumo residencial o crescimento também foi grande e ficou em 7,5%. O aumento é o maior já registrado em um mês de janeiro. A justificativa é o calor que provocou maior uso de aparelhos de ar-condicionado e de refrigeração em todo o país. No Rio de Janeiro, em Curitiba e em Vitória as temperaturas ficaram 2ºC acima da média de outros anos.

 

Na classe comercial, o crescimento do consumo de energia foi de em 8,5%, também influenciado pelo calor do verão.

 

No último balanço do Programa de Aceleração do Crescimento, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, disseram que o Brasil está usando mais energia térmica em função do crescimento da demanda. Contudo, os ministros avaliaram que a ativação de usinas termelétricas é normal e que elas devem ser desativadas quando o período de extremo calor passar. Repórter Mariana Jungmann

Fonte: Agência Brasil

 


 

24/02/10 - Empresários pedem que jornada seja votada em 2011

Empresários dizem temer que as eleições de 2010 contaminem negociação entre patrões e empregados. Este é um argumento falacioso, na verdade eles são contra a redução da jornada

 

Empresários da indústria e do comércio peregrinaram pela Câmara, nesta terça-feira (23), pedindo o adiamento para 2011 da discussão e votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95, que reduz a carga de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

 

A PEC está pronta para votação no plenário, em primeiro turno, e tem o apoio do movimento sindical - que, nas últimas semanas, vêm pressionando os deputados a votá-la o mais rapidamente possível.

 

Já os empresários dizem temer que as eleições de 2010 contaminem a negociação entre patrões e empregados. O que na verdade é uma falácia, pois não se trata de temeridade, mas sim porque são contra a redução da jornada de trabalho.

 

À frente de um grupo de dezenas de empresários, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro (PTB/PE), se reuniu com líderes partidários e com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP).

 

De acordo com Monteiro, o setor mal se recuperou da crise financeira mundial e não tem condições de arcar com os custos da redução da jornada de trabalho.

 

"A posição da CNI é contrária a qualquer negociação dessa questão neste momento. O Brasil está saindo de uma crise e ainda há muitas incertezas no ambiente externo. Nós perdemos empregos na indústria fortemente no último ano e, antes de nos recuperarmos, não pode ser imposto um aumento nos custos de produção. Isso, ao final, vai ser cobrado do próprio trabalhador, por meio do aumento de custo dos produtos", afirmou o deputado.

 

Efeitos
A Confederação Nacional das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) também marcou presença contra a PEC. O novo presidente da entidade, José Paulo Cairoli, afirmou que, ao contrário do que dizem os sindicalistas, a redução da jornada vai aumentar o desemprego e a informalidade no mercado de trabalho.

 

Por enquanto, Cairoli também é contra a proposta intermediária, apresentada por Michel Temer, de adoção de 42 horas semanais. "Nós temos de viabilizar uma fórmula melhor para que se consiga competir no mercado internacional", ressaltou.

 

Segundo ele, a discussão sobre o assunto pode ocorrer a partir de 2011, mas não agora.

 

A confederação reúne 4 mil associações comerciais que representam 2 milhões de empresas. A exemplo do que fez a CNI, Cairoli pretende organizar uma agenda de mobilização para convencer os parlamentares a adiar o debate para o próximo ano.

 

Centrais querem aprovação
A Força Sindical fez manifestações nos corredores da Câmara para pressionar os parlamentares a aprovar a jornada de trabalho de 40 horas semanais.

 

No início deste mês, líderes sindicais, como os presidentes da CUT, Artur Henrique; e da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), pediram a votação da proposta ao presidente Michel Temer. Na ocasião, Temer propôs aos sindicatos a redução de 44 para 42 horas.

(Com Agência Câmara)

Fonte: Diap

 


 

24/02/10 - Projetos de energia elétrica terão R$ 92 bilhões até 2013, segundo o BNDES

 

Os projetos de energia elétrica demandarão o maior volume de recursos em infraestrutura nos próximos quatro anos, segundo estudo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Estão previstos investimentos de R$ 92 bilhões na área de energia elétrica, que correspondem a 33,6% dos R$ 274 bilhões estimados para projetos de infraestrutura, de 2010 a 2013.

 

As usinas hidrelétricas de grande porte vão liderar o investimento em energia elétrica. Com suas construções já iniciadas, as usinas do Rio Madeira (Jirau e Santo Antônio), orçadas em R$ 23 bilhões, terão R$ 20 bilhões despendidos nos próximos quatro anos.

 

Já a usina de Belo Monte, cuja concessão para a construção será leiloada em abril, terá gastos previstos de R$ 8 bilhões no período.

Na área nuclear, a construção de Angra 3 vai necessitar de investimentos de R$ 4 bilhões, de 2010 a 2013. Os 70 projetos ligados à energia eólica representarão uma demanda de R$ 8 bilhões para o mesmo período.

 

De 2005 a 2008, foram investidos R$ 68 bilhões nos projetos de energia elétrica, segundo o banco. Assim, os R$ 92 bilhões mapeados até 2013 representam um aumento de 35,7%, ou crescimento médio de 6,3% ao ano.

Fonte: Folha Online

 


 

24/02/10 - Sabesp leiloa duas primeiras PCHs com investimento de R$ 27 milhões

 

A Sabesp assina hoje o primeiro contrato para a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), seguindo um plano da companhia para aproveitar o potencial de geração da sua rede de distribuição. Lançada no fim do ano passado, a licitação foi vencida pelas empresas Tecniplan e Servtec, que ofereceram à Sabesp a maior parcela da energia gerada - 23%, frente a um mínimo de 20% previsto no edital.

A licitação abrange duas centrais hidrelétricas com potencial de geração de 7 megawatts (MW), o suficiente para alimentar uma cidade com 100 mil habitantes. Uma das usinas será instalada na estação de tratamento do Guaraú, na Serra da Cantareira, com potencial de 4 MW. Trata-se da maior unidade de tratamento da Sabesp - abastece 8,8 milhões de habitantes. A outra usina será instalada na estação de tratamento do Atibainha, também do sistema Cantareira.

O investimento exigido pelos projetos, calcula a Sabesp, é de R$ 27 milhões, e a receita total com a venda da energia pode chegar a R$ 8 milhões ao ano. A concessão vai até 2030, e as obras devem durar dois anos e dez meses.

Com mais experiência em térmicas, as empresas vencedoras devem estrear como operadoras de PCHs. Segundo o presidente da Tecniplan, Marcos Nascimento, o projeto é inovador, e pode ser expandido para outras concessionárias ou para mais estações da própria Sabesp, que no momento está levantando o potencial de outros pontos da rede. "Com o projeto a Sabesp usa uma energia renovável que estava pronta para ser aproveitada", diz.

Fonte: Portal Governo SP

 


 

23/02/10 - Fórum de maiores economias deverá debater clima mundial

Grupo reúne 17 dos principais emissores mundiais de gases-estufa.
Estados Unidos pretende liderar reunião, que ainda não tem data.

 

Representantes das maiores economias do mundo vão se reunir novamente nos próximos meses para discutir formas de combater a mudança climática, disse nesta terça-feira (23) o principal negociador dos Estados Unidos para o clima.

 

Todd Stern, principal negociador do presidente Barack Obama nas conversações internacionais sobre mudança climática, afirmou que o Fórum das Maiores Economias (MEF, da sigla em inglês), patrocinado pelos Estados Unidos, vai se reunir de novo na esteira da cúpula de Copenhague, da Organização das Nações Unidas (ONU), ocorrida em dezembro, que resultou um "acordo" sobre o aquecimento global, mas sem um tratado vinculante.

 

"Nós planejamos, sim, um encontro do MEF", disse Stern a jornalistas após falar numa conferência climática nesta terça-feira. "Ainda não marcamos a data, mas estou certo de que será na primavera (no Hemisfério Norte)", afirmou ele.

 

Stern disse que os EUA copresidiriam o encontro, que provavelmente seria realizado em outro país.

 

O fórum é visto como uma via para ajudar a fomentar as conversações internacionais para reduzir as emissões de gases-estufa, responsabilizados por aquecer a Terra, mas Stern, que reclamou de algumas limitações do processo da ONU, disse que a reunião não buscava passar por cima da organização.

 

O fórum agrupa 17 dos principais emissores mundiais de gases-estufa. No ano passado ocorreram diversas reuniões.

Fonte: Reuters

 


 

19/02/10 - Segundo Dieese, salário mínimo deveria ser de mais de R$ 1.900

 

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima em R$ 1.987,26 o salário mínimo adequado, com base no maior valor apurado para a cesta básica.

 

Este valor leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o piso nacional deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

 

Esse valor representa 3,90 vezes o mínimo em vigor em janeiro (R$ 510).

 

Em dezembro, quando o salário mínimo era de R$ 465, o menor salário deveria ser de R$ 1.995,91, ou R$ 8,65 a mais do que no mês seguinte.

Fonte: Diap

 

 


 

18/02/10 - Senador propõe contribuição sindical com data fixa para recolhimento

 

A Câmara vai analisar o PL 6.688/09, senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), que altera o prazo para o repasse da contribuição sindical.

 

Segundo o texto, os empregadores serão obrigados a repassar o valor recolhido aos sindicatos até o dia 5 de abril de cada ano.

Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/09) prevê que a transação seja feita até o final de abril.

De acordo com a CLT, as empresas devem descontar a contribuição de seus empregados na folha de pagamento de março.

Para o autor da proposta é viável que o valor seja repassado às entidades de classe já no início do mês subsequente.

"Com a medida, os sindicatos poderão transformar, num espaço de tempo menor, os recursos da contribuição em benefícios para as categorias", afirma Valadares.

Tramitação
A proposta tramita em regime de prioridade, o que dispensa as exigências regimentais para que a proposição seja incluída na pauta do plenário.

 

Antes a matéria será analisada pelas comissões de Trabalho e de Constituição e Justiça.

(Com Agência Câmara)

Fonte: Diap

 


 

09/02/10 - Auxílio-acidente é devido mesmo se a lesão for reversível

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabeleceu, conforme o rito da Lei dos Recursos Repetitivos (Lei n. 11.672/08), que uma pessoa que tenha adquirido lesão caracterizada como causadora de incapacidade parcial e permanente tem direito a receber auxílio-acidente por parte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo que essa lesão tenha caráter reversível. Com base em tal interpretação, o tribunal rejeitou recurso do INSS e garantiu o direito de uma segurada de São Paulo ao benefício.

 

A segurada obteve o auxílio, mas, diante da comprovação de que o seu caso poderia vir a retroceder mediante procedimentos médicos, medicamentos e tratamentos específicos, o INSS alegou que “a concessão do auxílio-acidente só é possível quando se tratar de moléstia permanente”.

 

No STJ, o relator do recurso, ministro Arnaldo Esteves Lima, explicou que é ponto pacificado dentro do superior tribunal, que “a possibilidade ou não de irreversibilidade da doença deve ser considerada irrelevante”.

Tratamento
O entendimento dos ministros é de que, “estando devidamente comprovado o nexo de causalidade entre a redução parcial da capacidade para o trabalho da pessoa e o exercício de suas funções laborais habituais, não é cabível afastar a concessão do auxílio-acidente somente pela possibilidade de desaparecimento dos sintomas da patologia que acomete o segurado, em virtude de tratamento ambulatorial ou cirúrgico”.

 

E, no caso em questão, a própria argumentação do INSS afirma, textualmente, que o surgimento da doença na segurada é consequência das atividades laborais desenvolvidas por ela.

 

Conforme o STJ, a Lei n. 8.213/91 – referente à concessão de auxílio-doença acidentário – estabelece, para ser concedido o auxílio-acidente, a necessidade de que o segurado empregado (exceto o doméstico, o trabalhador avulso e o segurado especial) tenha redução permanente da sua capacidade laborativa em função de acidente de qualquer natureza. A mesma lei também considera, em seu artigo 20, como acidente de trabalho “a doença profissional, proveniente do exercício do trabalho peculiar a determinada atividade”.

Fonte: STJ

 


 

09/02/10 - "Superelétrica" terá mais de um terço do mercado brasileiro

 

Com apoio do Planalto, Camargo Corrêa pretende comprar o controle da Eletropaulo, da AES Sul e da Neoenergia

 

Governo atua para formar grandes empresas de capital nacional, tendo o BNDES como o principal financiador dessas operações no país

 

A empreiteira Camargo Corrêa recebeu o aval do Palácio do Planalto para constituir uma superelétrica na área de distribuição de energia.

 

A construtora assumiu no ano passado o comando da CPFL e conta agora com o apoio do governo para comprar o controle da Eletropaulo e da AES Sul, além de adquirir da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) e do BB a sua participação no grupo Neoenergia.

 

Se concretizadas as duas operações, a empreiteira terá nas mãos uma gigante que abastecerá mais de um terço do mercado nacional, incluindo praticamente todo o Estado de São Paulo -o mais rico do país- e três Estados do Nordeste, região atualmente com o maior potencial de crescimento.

 

Segundo pessoas próximas às transações ouvidas pela Folha, o presidente da Previ, Sérgio Rosa, abriu negociação com a Camargo Corrêa por interferência direta do Planalto.

Fonte: O Globo

 


 

09/02/10 - PAC 3 anos: 66,4% de ações concluídas em saneamento e habitação

 

Dos R$ 208,2 bilhões previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para habitação e saneamento até 2010, as ações concluídas representam R$ 138,2 bilhões, ou seja, 66,4% do total. É o que aponta o 9º balanço do programa, apresentado no dia 4 de fevereiro, pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com a participação do ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida. Considerando-se os investimentos totais do PAC para o mesmo período – R$ 638 bilhões –, as ações executadas representam 40,3%, equivalentes a R$ 256,9 bilhões.

Em habitação, o total de investimentos selecionados até fevereiro de 2010 foi de R$ 156,6 bilhões, dos quais R$ 154 bilhões foram contratados. Projetos de saneamento selecionados somam investimentos de R$ 39,3 bilhões, sendo que o percentual de contratação desses recursos é de 84%, ou seja, R$ 32,2 bilhões. Somados, investimentos selecionados nas duas áreas alcançam R$ 195,9 bilhões, sendo R$ 186,2 bilhões já contratados.

A ministra Dilma Rousseff chamou atenção ainda para o percentual de obras iniciadas por todo o país. “Em relação aos valores contratados, 86% dos investimentos em habitação estão com obras em andamento. Em saneamento são 84% do total contratado”, ressaltou a ministra.

Marcio Fortes lembrou ainda que, na medida em que novas seleções são realizadas, o percentual de obras concluídas até o final deste ano tende a diminuir. “É natural que projetos recém agregados ao PAC, como as últimas seleções de drenagem e do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FHNIS), tenham obras concluídas após 2010”, pontuou Fortes.

Os números de financiamentos habitacionais para pessoa física ou promovidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) também foram destacados por Dilma. “A previsão de contratação com pessoas físicas no período entre 2007 e 2009 foi superada em 27%, totalizando, nos três anos, R$ 30,4 bilhões. Isso sem incluir o Minha Casa, Minha Vida. Pelo SBPE, a previsão era de R$ 31,5 bilhões para o mesmo período, mas fechamos em R$ 80,4 bilhões, um acréscimo de 155%”, destacou a ministra. Assessoria de Comunicação

Fonte: Assemae

 


 

04/02/10 - Projeto assegura benefício fiscal para empresas de limpeza

 

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6517/09, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que autoriza as empresas de prestação de serviços de limpeza, conservação e manutenção a descontar do PIS/Pasep e da Cofins os créditos gerados com despesas com vale-transporte, vale-refeição, vale-alimentação e uniforme fornecidos aos empregados.

 

A Lei 11.898, de janeiro de 2009, já autoriza esse tipo de desconto, mas Carlos Bezerra quer tornar explícito que os créditos podem ser descontados pelas empresas de limpeza. O deputado quer acabar com a insegurança jurídica sobre o tema, já que a Receita Federal editou em 2007 um ato interpretativo (4/07) que proíbe o aproveitamento dos créditos por essas empresas.

 

Na ocasião, a Receita considerou que as despesas das empresas de limpeza não se enquadravam como insumos aplicados ou consumidos diretamente na prestação de serviços, mesmo que os empregados estivessem envolvidos diretamente na prestação dos serviços contratados.

 

Decisões favoráveis
O deputado afirma, no entanto, que a interpretação da Receita foi equivocada e que já existem decisões de tribunais federais autorizando o desconto.

 

Ele explica que as empresas de serviços de limpeza também utilizam como insumo para exploração de sua atividade o pagamento de vale-transporte, vale-refeição, vale-alimentação, fardamento e uniforme. "São despesas relativas ao desempenho das atividades do empregado em seu local de trabalho durante a prestação do serviço contratado. Assim, não resta dúvidas que esses gastos se enquadrariam no dispositivo mencionado", diz.

 

Para Carlos Bezerra, o ato contrariou o previsto em leis já existentes antes de 2007 (10.637/02 e 10.833/03). "Pretendemos deixar claro que os créditos sempre foram passíveis de dedução na legislação do PIS/Pasep e da Cofins."

 

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

 


 

03/02/10 - Brasil precisa regular encaminhamento de resíduos sólidos

 

O Brasil carece de um marco regulatório para a questão do encaminhamento dos resíduos sólidos. A afirmação é do advogado especialista em Meio Ambiente, Édis Milaré. Sobre a lei paulista que determinava o pagamento de multa para quem colocasse o lixo fora de casa com mais de duas horas para a coleta, ele analisa que é irreal querer aplicar sanções nesse caso. Édis Milaré admite, no entanto, que a lei é importante para tentar conscientizar a população. O advogado especialista em Meio Ambiente, Édis Milaré, diz que o ideal é estabelecer medidas de educação para a questão do lixo. Ele reconhece que os problemas vão continuar por muito tempo, mas avalia que é uma forma de ganhar espaço para que a população passe a fazer o encaminhamento correto dos resíduos sólidos.

Fonte: Band News

 


 

03/02/10 - Governo comprará 565 milhões de litros de biodiesel até dia 5 de março

 

O Ministério de Minas e Energia brasileiro divulgou na manhã desta quarta-feira (3) os termos para realização do 17º leilão de compra de biodiesel a ser promovido pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) até o dia 5 de março deste ano.

 

Segundo o Ministério, serão comprados um total de 565 milhões de litros de biodiesel para fornecimento durante o segundo trimestre de 2010. A quantidade em questão corresponde à demanda para a mistura B5 (5% de biodiesel no diesel) no período.

 

O leilão será divido em dois lotes, e, como novidade, terá o retorno da modalidade de pregão eletrônico para escolha das propostas.

 

No primeiro lote serão adquiridos 452 milhões de litros (80% do volume leiloado) somente de fornecedores que tenham o Selo Combustível Social, concedido pelo governo federal aos que promovem a agricultura familiar. Já na segunda etapa, serão comprados 113 milhões de litros de quaisquer produtores que estiverem participando do leilão.

Fonte: Info\Money

 


 

03/02/10 - Projeto prevê medidas para incentivar economia de água

 

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6466/09, do Senado, que prevê políticas públicas de incentivo à economia do consumo de água no País por meio de educação ambiental, pesquisa tecnológica e adoção de equipamentos sanitários redutores do consumo.

A proposta inclui a adoção de medidas de incentivo ao consumo moderado de água entre os fundamentos dos serviços públicos de saneamento, previstos na Lei de Saneamento Básico (11.445/07).

O texto também inclui, entre as diretrizes da União em sua política de saneamento, o estímulo ao desenvolvimento de equipamentos que economizem água. Por fim, o projeto determina que são objetivos dessa política, além da adoção de equipamentos que reduzam o consumo, a promoção da educação ambiental voltada para a economia de água.

O autor do projeto, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), argumenta que, em razão de a água ser um recurso limitado, a população brasileira deve contribuir para sua economia. "O uso racional da água perpassa a questão da redução do consumo", diz.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

 


 

02/02/10 - Aneel muda cálculos do reajuste de tarifas de energia elétrica

 

Brasília - O impasse sobre os erros nos reajustes das tarifas de energia elétrica – que geraram prejuízos de R$ 7 bilhões aos consumidores de todo o país, segundo o Tribunal de Contas da União – foi parcialmente resolvido hoje (2).

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma alteração nos contratos, com as distribuidoras de energia, para mudar os cálculos do aumento das tarifas.

As contas de energia incluem os chamados encargos setoriais - subsídios pagos às distribuidoras para compensar as diferenças do custo da energia em todo o país. Na Região Norte, por exemplo, o preço de produção de energia é maior que no Sul e os encargos setoriais evitam que a diferença chegue aos consumidores.

Os encargos são calculados com base no total de consumidores do país inteiro. Nos últimos anos, o mercado cresceu, mas as taxas não foram recalculadas. Com a nova regra, cada vez que o mercado crescer, o consumidor poderá  ser beneficiado com uma redução na tarifa.

Dessa forma, os reajustes que a diretoria aprovou hoje, para sete empresas, já levam em conta os novos cálculos. A medida foi tomada após denúncia do TCU de que as contas de energia estavam sendo reajustadas de maneira indevida, com prejuízos ao consumidor da ordem de R$ 1 bilhão por ano.

O problema gerou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados, que pressionou a Aneel para que os cálculos fossem mudados e os valores cobrados a mais fossem devolvidos ao consumidor.

A Aneel, apesar de reconhecer que a metodologia estava inadequada, alega que não há devoluções a serem feitas, uma vez que as distribuidoras promoveram os reajustes conforme o que estava previsto em contrato.

Fonte: Agência Brasil

 


 

02/02/10 - Luz para Todos chega a 11 milhões de brasileiros

 

Brasília - O Programa Luz Para Todos atingiu a meta de levar energia elétrica gratuitamente a 2 milhões de famílias em todo o Brasil em maio de 2009. Hoje, o total de brasileiros beneficiados com energia, graças ao programa criado em 2003, já chega a mais de 11,1 milhões, segundo relatório divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

Em entrevista ao programa Revista Brasil da Rádio Nacional, o diretor do departamento de Políticas Sociais e Universalização do Brasil à Energia, Hélio Morito Shimoda, falou sobre a importância de ampliar o acesso à energia elétrica em todo país.

''O benefício de obter energia elétrica é extremamente importante pois a energia é o que ajuda a movimentar e gerar economia, melhorar a qualidade de vida com isso gerar melhorias na renda familiar."

Até o fim de 2010, o programa irá chegar a 83 mil ligações executadas - mais que o dobro do que havia sido inicialmente planejado. “Temos um grande desafio ainda em 2010. Em cinco anos, foram 2,235 milhões de ligações. É uma coisa fantástica. Por isso, este ano, nós temos um novo e grande desafio que é de superar todo esse trabalho.”

Para ser beneficiado pelo programa Luz Para Todos, é preciso que o interessado faça um cadastro na concessionária de energia mais próxima de sua casa.

"O primeiro passo é fazer com que todas as pessoas que ainda não possuem energia elétrica se dirijam a uma concessionária mais próxima para que seja  feito o cadastramento. Posteriormente, o comitê gestor vai fazer uma triagem de priorização de todos que já estão cadastrados para que seja assim iniciado o trabalho da instalação de energia elétrica.”

Fonte: Agência Brasil

 


 

 

 

 

 

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