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São Paulo - A capital paulista sedia, de hoje (30) até a
próxima quinta-feira (2), a primeira edição da Feira
Internacional de Soluções para Saneamento Básico e Meio
Ambiente (Ambiental Expo), no Pavilhão de Exposições do
Anhembi. Durante o evento, serão apresentadas soluções,
inovações e tendências para empresas e governos em torno
de seis temas: ar, saneamento, solo, ruído, resíduos e
energia. Fonte: Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Confiança
da Indústria (ICI) medido pela Fundação Getulio Vargas aumentou 4,8% em
junho de 2009, ao passar de 89,5 para 93,8 pontos, o maior nível
registrado desde o mês de outubro de 2008, quando o ICI chegou a 104,4
pontos. Com relação a junho de 2008 houve queda de 21,3%. Em maio a
elevação foi de 5,3% ante o mês anterior. O resultado de junho confirma as previsões de recuperação da indústria no primeiro trimestre do ano e indica que essa recuperação está sendo lenta e ocorre principalmente no segmento de transporte. A pesquisa destaca a normalização dos estoques e mostra que 12,4% disseram estar com estoques altos ante os 12,4% do mês anterior. Já 5,9% das empresas que responderam às perguntas estão com estoque insuficiente, ante as 3,3% de maio.
A pesquisa mostra ainda que dos 1.062 empresários consultados, 34,7% esperam melhora e 27,4%, piora da situação dos negócios nos seis meses seguintes. No mês passado, esses percentuais haviam sido de 25,9% e 27,1%, respectivamente. Fonte: Agência Brasil
A Frente Parlamentar Ambientalista promove café da manhã
nesta quarta-feira (1º) para discutir o impacto da
inclusão do biodiesel na matriz energética brasileira. Fonte: Agência Câmara
Lei garante abatimento na conta de água caso o gasto seja menor em relação ao mesmo mês do ano anterior O brasiliense que reduzir o consumo de água vai ganhar um estímulo para poupar ainda mais. O governo do Distrito Federal sancionou e publicou no Diário Oficial do DF de ontem a Lei Distrital nº 4.341, de autoria do deputado distrital Reguffe (PDT), que garante o desconto de 20% sobre a economia de água realizada pelo consumidor. O prazo estabelecido para regulamentar a legislação é de 30 dias. Uma comissão será formada para discutir todos os aspectos da nova lei. A lei entra em vigor assim que as regras estiverem definidas.
Todos os donos de comércios, indústrias ou residências têm direito ao bônus. A economia será calculada tomando por base o consumo de água registrado no mesmo mês do ano anterior. Na prática, o benefício sobre o valor total da conta será de 4%. Ou seja: se uma residência gastava R$ 100 por mês com água em junho de 2008 e reduzir o consumo para R$ 90 em junho deste ano, ela terá um desconto de 20% em cima desses R$ 10 — o equivalente a R$ 2. Assim, terá de pagar R$ 88. A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) deve informar o consumo registrado no período e lançar diretamente na fatura a redução da quantia.
A Caesb vai imprimir nas faturas a seguinte mensagem: “Use racionalmente a água. É um recurso natural limitado. O meio ambiente agradece”. Em caso de descumprimento da norma, a empresa será obrigada a conceder ao consumidor lesado o dobro do desconto previsto. A Caesb, no entanto, ainda não quer se pronunciar sobre a nova regra.
Esforços
O consumo médio per capita no DF caiu de 500l por dia, em 1994, para 270l diariamente, em 2009, segundo o órgão de distribuição. Mas no prédio onde Lucyanna Marcella Melo, 36 anos, é síndica, na 212 Sul, o desperdício ainda reina nos 48 apartamentos. “Há nove piscinas nas coberturas. Os donos esvaziam os reservatórios quase todos os dias para lavá-las, em vez de mandar aspirar a sujeira. A conta de água do condomínio é de R$ 11 mil. Estamos instalando os hidrômetros(1) individuais para tentar conscientizar os moradores. Se não for pela consciência ambiental, vai ser pelo amor ao bolso. A obra custou R$ 129 mil.”, explica a síndica.
Lucyanna acredita que, com o desconto oferecido, vai ficar mais fácil convencer as pessoas a economizar. O condomínio já adota algumas medidas para poupar água. “Antigamente o zelador lavava as calçadas com uma mangueira de jato de água fortíssimo. Hoje, a limpeza é só no balde. Mesmo assim ainda falta aprender a reaproveitar mais a água”, constata.
Hidrômetros Fonte: Correio Braziliense
O Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas por ano
e cada brasileiro usa cerca de 66 sacos por mês, segundo
dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
No mundo, são 500 bilhões de saquinhos utilizados por
ano. Cada sacola plástica demora cerca de 400 anos para
se desintegrar no meio ambiente. Com o objetivo de
conscientizar o consumidor para a redução do uso dos
sacos plásticos e sua substituição por sacolas
retornáveis, foi lançada hoje (23), em São Paulo, a
campanha nacional Saco é um Saco. A campanha é uma
parceria do Ministério do Meio Ambiente com apoio da
rede de supermercados Wal-Mart. Fonte: Agência Brasil
O Congresso aprovou, nesta quinta-feira
(18), crédito de R$ 6 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida,
sendo que R$ 5,25 bilhões serão disponibilizados ao Ministério das
Cidades.
Os parlamentares determinaram o repasse de R$ 300 milhões para a subvenção econômica para as cidades com menos de 50 mil habitantes que participarem do Minha Casa, Minha Vida, as quais foram incluídas no programa pelo Congresso durante discussão da MP 459/09.
Fonte: InfoMoney
Os serviços de energia elétrica, abastecimento de água e saneamento para famílias de baixa renda, suspensos por falta de pagamento, poderão ser restabelecidos sem cobrança de taxas. A determinação está prevista em proposta aprovada nesta quinta-feira (18) pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).
Originalmente, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 13/04 determinava que o benefício fosse extensivo a todos os consumidores, independentemente de renda, mas substitutivo aprovado ainda naquela Casa limitou a medida aos consumidores de baixa renda.
O relator do projeto na CI, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), havia apresentado um primeiro relatório pela rejeição da matéria, sob o argumento de que, para cobrir as despesas da concessionária com a religação dos serviços, os custos não repassados aos consumidores inadimplentes acabariam sendo rateados entre todos os consumidores do serviço, inadimplentes ou não, "o que não parecer ser muito justo com quem paga em dia", justificou.
No entanto, antes da leitura de seu parecer pela rejeição da proposta, Paulo Duque alterou seu voto, seguindo a posição favorável à matéria defendida em 2004 pela então relatora Serys Slhessarenko (PT-MT).
No parecer acatado por Paulo Duque, a cobrança de taxa de religação é entendida como dupla punição por uma mesma falta, pois, ao não pagar sua conta, o consumidor já é punido com multa e ainda com a suspensão do serviço. Além disso, argumenta o relator, a inadimplência na quitação dos débitos reflete a difícil situação econômica por que passa o país e que leva muitas famílias a atrasarem ou a interromperem o pagamento de suas contas devido a problemas financeiros. - Não se trata de má-fé que precise ser coibida com uma punição adicional. Como o intuito é proteger os socialmente mais desfavorecidos, faz todo o sentido limitar a proibição aos consumidores de baixa renda - justifica Paulo Duque. A matéria será ainda apreciada em Plenário. Fonte: Agência Senado
Brasília - O Comitê de Política
Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a projeção para o reajuste da
tarifa de eletricidade de 6,3% para 4,7% neste ano. A informação consta da
ata da última reunião do comitê. Para a telefonia
fixa, foi mantida a previsão de aumento das tarifas de 5%, assim como não
foi alterada a estimativa de que não haverá reajustes para o botijão de
gás e da gasolina, neste ano. No caso dos preços administrados em 2009, o comitê reduziu a previsão de reajuste de 5% para 4,8%. Esse conjunto de preços, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), correspondeu a 29,55% do total do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio. Para 2010, a projeção foi reduzida de 4,8% para 4,5%. Os preços administrados são os valores cobrados por serviços monitorados: combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros. Fonte: Agência Brasil
O deputado
Eduardo da Fonte (PP-PE) foi eleito hoje presidente da
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)
da Agência Nacional de
Energia
Elétrica (Aneel). O deputado Alexandre Santos (PMDB-RJ)
foi designado relator da comissão que foi instalada
nesta manhã. Fonte: Agência Câmara
A tarifa de energia elétrica no Brasil está ficando mais cara devido à escassez de energia, como consequência das dificuldades de se construir hidrelétricas no país, disse o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Luiz Carlos Silveira Guimarães. Entre as dificuldades, ele citou a demora na concessão de licenciamento para a construção das usinas. “Depois, quando aprova, tem um custo de mitigação do impacto ambiental, que é justo”, disse.
Guimarães afirmou que outro elemento determinante sobre o preço da energia é o fato das novas usinas hidrelétricas serem construídas sem reservatórios para armazenar a água. “As usinas sem reservatórios geram muito menos e isso as torna mais caras”. Em função disso, segundo ele, a tendência é que a energia gerada fique mais cara com o passar do tempo.
O presidente da Abradee descartou que vá faltar energia nos próximos anos “porque o país tem hoje uma empresa de planejamento”, referindo-se à Empresa de Planejamento Energético (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Segundo ele, o sistema elétrico é mais robusto atualmente e pode acionar, quando necessário, as usinas termelétricas, o que impede o problema de racionamento. Como essas usinas são mais caras, disse que “as térmicas vão afetar o preço, mas energia não faltará”.
O presidente da Abradee também falou dos efeitos da crise internacional sobre as distribuidoras de energia. De acordo com Guimarães, a redução da procura por energia foi a principal consequência para o setor. Segundo ele, a tendência com a crise “é o mercado crescer menos e a receita das distribuidoras diminuir”, disse.
Para a diretora Econômico-Financeira da entidade, Lívia de Sá Baião, o efeito da crise nos consumidores residenciais, por exemplo, leva algum tempo a ser sentido. “É prematuro dizer que o que ocorreu nesse segmento de consumo foi uma 'marolinha'”, disse. Ela revelou que muitos dos grandes consumidores de energia são livres, ou seja, negociam os preços de acordo com o mercado. Daí, o impacto da crise ser menor.
Além disso, segundo ela, a situação financeira das distribuidoras é boa. As empresas estão pouco endividadas e não têm exposição ao dólar. Apesar da crise, não há previsão de queda nos investimentos pelas distribuidoras no setor. Nos últimos dez anos, o total investido atingiu R$ 5 bilhões por ano. Com o programa do governo federal Luz Para Todos, os investimentos das empresas subiram para R$ 7 bilhões/ano. Hoje, elas atendem a cerca de 63 milhões de consumidores.
Brasília - Os ministérios do Meio Ambiente e das Cidades
vão anunciar nos próximos dias um plano decenal na área
de saneamento básico. Segundo o ministro do Meio
Ambiente, Carlos Minc, com a iniciativa, os recursos
destinados à área vão dobrar, inclusive nas zonas
rurais. Fonte: Agência Brasil
A Câmara analisa o Projeto de Lei 5011/09, do deputado
Dr. Talmir (PV-SP), que destina parte dos valores
arrecadados em multas por desmatamento à restauração da
vegetação da área afetada. Fonte: Agência Câmara
O secretário de Planejamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, declarou que o consumo de energia no Brasil ainda é baixo, para o tamanho da nossa população, mas que é inevitável que nos próximos 20 anos o País se torne um grande consumidor de energia.
Fonte: Agência Câmara
O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria caiu 3,1% nos primeiros três meses de 2009 em comparação com o último trimestre de 2008, de acordo com dados divulgados hoje pelo IBGE. Na mesma base de comparação, a agropecuária recuou 0,5% e o setor de serviços, o de maior peso no PIB, foi o único com variação positiva, de 0,8%.
No primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, o PIB da indústria despencou 9,3%; a agropecuária caiu 1,6%, mas o setor de serviços cresceu 1,7%. O valor adicionado pelos três setores teve redução de 1,5% em relação ao mesmo trimestre de 2008 e os impostos sobre produtos tiveram retração de 3,3%.
Nos três primeiros meses de 2009, o PIB em valor foi de R$ 684,4 bilhões. Desse total, R$ 584 bilhões se referem ao valor adicionado pelos setores de indústria, agropecuária e serviços e outros R$ 100 bilhões são impostos sobre produtos. Em 2008, o PIB em valor foi de R$ 2,9 trilhões, ou R$ 15.240 por habitante no ano.
Revisão O IBGE não fez revisões no resultado do PIB do quarto trimestre do ano passado ante o terceiro trimestre nem revisou o PIB acumulado de 2008. Segundo o instituto, houve apenas a revisão na variação do terceiro trimestre do ano passado em relação ao segundo trimestre, na série com ajuste sazonal, que passou de uma variação positiva de 1,7% para +1,4%. Fonte: Agência Estado
O nível de emprego na indústria teve queda de 0,7% na passagem de março para abril, sétima taxa negativa consecutiva neste tipo de comparação. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a redução foi de 5,6%. Com o resultado, a taxa de pessoal ocupado na indústria foi a menor desde o início da série histórica da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), em 2001.
Dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no ano o emprego industrial acumula queda de 4,4% na comparação com o mesmo período de 2008. Nos 12 meses fechados em abril, a retração acumulada é de 0,4%.
A pesquisa revela também que de março para abril a folha de pagamento dos trabalhadores da indústria recuou 0,2% e, no confronto com abril do ano passado, a retração foi de 1,8%.
As demissões superaram as contratações em dez dos 14 locais pesquisados na comparação entre os meses de abril dos dois anos. As pressões negativas mais significativas foram em Minas Gerais (-7,9%), no Rio Grande do Sul (-6,2%) e nas regiões Norte e Centro-Oeste (-6,0%).
Em termos setoriais, na mesma base de comparação, a retração no nível de emprego industrial atingiu 11 dos 18 ramos investigados, principalmente máquinas e equipamentos (-10,0%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-10,0%), metalurgia básica (-9,4%) e borracha e plástico (-9,3%). Repórter Thais Leitão Fonte: Agência Brasil
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (3) o Projeto de Lei 4954/05 , do deputado Vicentinho (PT-SP), que inclui os sindicatos entre as instituições que não precisam se adequar ao Código Civil e devem ser regidas por leis específicas, ao lado das organizações religiosas e dos partidos políticos. A proposta atribui aos sindicatos o caráter de pessoas jurídicas de direito privado.
A relatora do projeto, deputada Emilia Fernandes (PT-RS), recomendou sua aprovação. Em sua opinião, seria inadequado classificar os sindicatos como pessoas jurídicas de direito público, até porque a forma associativa é a mais adequada ao exercício de direitos privados.
"A proposição preserva o entendimento da Constituição, segundo o qual é proibido ao Estado interferir nas organizações sindicais, o que não implica afastar a possibilidade de o legislador estabelecer parâmetros mínimos a serem seguidos pelas entidades sindicais", disse a relatora.
Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Jusbrasil
A Câmara Municipal de São Paulo
aprovou nesta quarta-feira (3) o projeto de lei 558 de 2008 que autoriza
a Prefeitura de São Paulo a celebrar contrato de concessão com a Companhia
de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) por 30 anos,
prorrogáveis por mais 30.
O vereadores governistas fizeram concessões à oposição, que votou em bloco a favor da lei. O projeto de lei foi aprovado por 53 dos 55 vereadores. A oposição, entretanto, tentou aprovar nove emendas, que foram rejeitadas em bloco. Uma das emendas pretendia reduzir o prazo de concessão de 30 para 15 anos. Outra pretendia determinar os valores da tarifa social. E uma terceira buscava garantir participação igual de representantes do governo e da sociedade civil nas decisões sobre os investimentos da Sabesp em São Paulo.
O texto aprovado define que as tarifas e os preços dos serviços públicos da Sabesp deverão garantir a universalização do acesso ao saneamento básico para populações de baixa renda.
A Sabesp deverá ainda destinar 13% da receita bruta obtida no município de São Paulo para investimentos em infraestrutura e 7,5% para o Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura.
A companhia também será obrigada a prestar contas da receita bruta a cada trimestre e o contrato de concessão será revisto a cada quatro anos. A Sabesp, em contrapartida, poderá descontar eventuais novos débitos da Prefeitura dos repasses que se comprometeu a fazer no município.
O texto prevê ainda que a Sabesp e
o município de São Paulo deverão chegar a um acordo sobre os valores a
serem transferidos para a cidade, que poderão ser utilizados pelo
município para o pagamento das dívidas com a Sabesp. Fonte: G1
Um relatório sobre investimentos em energias limpas, divulgado hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), qualifica o Brasil como "o maior mercado mundial de energias renováveis".
O relatório "Tendências Globais de Investimentos em Energia Sustentável" afirma que pela primeira vez na história os investimentos em energias limpas superaram em 2008 os feitos em fontes de combustíveis fósseis e chegaram a US$ 155 bilhões.
A seção dedicada à América Latina assinala que o Brasil é "o maior mercado mundial de energias renováveis".
Cerca de 46% da energia que o país consome procede de fontes renováveis e 85% de sua capacidade de geração é energia hidrelétrica e bioetanol, lembra o Pnuma.
Além disso, cerca de 90% de seus automóveis novos funcionam tanto com álcool como com gasolina (misturada com 25% de etanol). No final de 2008, o etanol representava mais de 52% do combustível consumido por veículos leves.
O Brasil é um dos líderes mundiais em financiamento de energias renováveis. Em 2008, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiou mais projetos de energias renováveis que qualquer outra instituição financeira do mundo.
O relatório destaca que embora o Brasil represente mais de 90% dos novos investimentos na América Latina, Chile, Peru e México também estão aumentando seu apoio institucional às energias limpas. Fonte: EFE
A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) caiu 1,8% em maio, em comparação à carga medida no mês anterior, de acordo com dados divulgados terça-feira (2), pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). O resultado já era esperado, de acordo com os técnicos, por causa das características sazonais do período.
Em relação a maio do ano passado, a gerência de Previsão e Acompanhamento do ONS constatou que houve queda de 1,4% no consumo de energia. Em contrapartida, no acumulado dos últimos 12 meses encerrados em maio, foi registrado crescimento na carga de 1,5% em relação a igual período anterior.
Segundo análise dos técnicos do ONS, a redução da carga se deve à queda do ritmo do setor industrial, em razão da crise internacional. A expectativa, porém, é que a atividade retome a produção até o final deste ano. Os setores voltados ao mercado interno deverão mostrar recuperação mais rápida. As chuvas intensas que caíram durante todo o mês de maio também influenciaram o desempenho da carga.
Todas as regiões tiveram variações negativas da carga de energia em comparação a abril. A maior foi observada no subsistema Sul (-4,3%), seguido do subsistema Nordeste (-3,1%), do subsistema Sudeste/Centro-Oeste (-1%) e do subsistema Norte (-0,8%).
O subsistema Sul foi o único que apresentou aumento da carga (1,9%), em relação a maio de 2008. A estiagem prolongada ocorrida no Rio de Grande do Sul, com temperaturas mais altas, teria compensado parte da redução econômica gerada pela crise, segundo analisaram os técnicos do ONS. Fonte: Agência Brasil
O próximo leilão de energia nova
(A-3), que será realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) no dia
27 de agosto, terá 119 usinas participantes. Quase a metade delas é de
termelétricas movidas a gás natural. O leilão tem objetivo de contratar energia para atendimento do mercado consumidor a partir de 2012. Segundo a assessoria de imprensa da EPE, do total de usinas inscritas, 54 são termelétricas movidas a gás natural, com capacidade instalada de 11.344 MW. Dessas, 21 estão no Espírito Santo, somando 4.258 MW.
O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, considerou positiva a participação das usinas térmicas a gás natural, uma vez que, assim, reduz-se a oferta de usinas movidas a óleo combustível, que são mais caras e mais poluentes.
Ele acredita que no leilão posterior a esse (A-5), que visa a atender o mercado consumidor a partir de 2014, a tendência é que haja uma maior redução do impacto ambiental, porque serão ofertadas mais usinas hidrelétricas.
A EPE registrou também a inscrição de 31 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), representando uma potência de 390 MW. A EPE vai analisar, agora, os documentos enviados pelos empreendimentos. Fonte: Agência Brasil
Com o fundamento de que
ato normativo não pode excluir horas in itinere
já quantificada, a Quarta Turma do Tribunal Superior do
Trabalho restabeleceu a sentença do primeiro grau que
condenou a empresa mineira
Fonte: TST
São Paulo - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje (1º) que o Brasil está preparado um aumento de demanda de energia elétrica e deve elevar o estoque de 100 mil para 150 mil megawatts nos próximos dez anos. Segundo ele, a previsão é de que os investimentos no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentem de R$ 275 bilhões para R$ 300 bilhões, no período de 2007 a 2010.
Lobão lembrou que o racionamento adotado em 2001 não foi em decorrência da falta na geração de energia, mas de problemas na distribuição. De lá para cá, foram feitos investimentos maciços para que o país tivesse hoje o sistema interligado de redes de energia elétrica numa extensão de 100 mil quilômetros. O ministro explicou que, no caso de ruptura em uma das regiões, o fornecimento pode, imediatamente, ser suprido por outra. Além disso, a determinação do governo é de que “não se estanquem os investimentos” no setor, salientou.
Pouco antes do discurso de Lobão, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Eletro e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, tinha anunciado que o setor pretende elevar a participação de seu faturamento no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 4,3% para 7% em 2020, com base em um estudo estratégico encomendado à empresa LCA Consultores. Na opinião do ministro, o estudo “demonstra como se modernizou a empresa brasileira”.
Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, essa meta de crescimento expressivo exigirá maior e mais constante diálogo entre os empresários e o governo em torno das medidas de incentivo e dos planos de evolução tecnológica. Segundo Miguel Jorge, hoje 506 empresas contam com incentivos da Lei de Informática. Para ele, o programa de habitação Minha Casa, Minha Vida também pode impulsionar a indústria eletro-eletrônica. Com mais moradias, aumentará o consumo de bens produzidos pelo setor para uso doméstico, afirmou.
Os executivos do setor, no entanto, temem "embaraços" nas tentativas de reverter o déficit comercial. De acordo com Barbato, as exportações reduziram a participação no faturamento em torno de 22,9%, em 2002, para 14,8%, em 2008. O déficit passou de US$ 6 bilhões, em 2002, para US$ 22 bilhões, em 2008.
O setor de eletro-eletrônicos requer investimentos complexos, que envolvem aprimoramento de mão de obra, conforme destacou, no encontro, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. "O governo tem investido nesse setor, que é prioritário”, ressaltou Coutinho. Ele apontou, entre as medidas adotadas, os incentivos fiscais e as pesquisas de inovação tecnológica. Repórter Marli MoreiraFonte: Agência Brasil
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