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12/12/05 -
Produção industrial cai em oito dos 14 locais em outubro
ante 2004, diz IBGE
SÃO PAULO - A produção industrial
diminuiu em oito dos 14 locais pesquisados em outubro
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), comparativamente ao mesmo mês de 2004. É o
segundo mês consecutivo em que o instituto apura esse
resultado. Na média nacional, houve ligeira alta de 0,4%
da atividade industrial nesse confronto.
Tiveram desempenho acima dessa média as indústrias do
Amazonas (12,1%), Pará (6,4%), Minas Gerais (5,2%),
Espírito Santo (3,6%), Rio de Janeiro (2,6%) e São Paulo
(0,9%).
As demais localidades apresentaram queda na produção. Os
piores recuos foram de Ceará (-12,1%), Rio Grande do Sul
(-6,6%) e Paraná (-6,2%). Também caiu a atividade em
Santa Catarina (-5,0), região Nordeste (-4,0%), Goiás
(-3,5%), Pernambuco (-1,3%) e Bahia (-0,3%).
O Amazonas, líder no crescimento em outubro, registrou o
15º mês com alta na produção - influência da atividade
nas indústrias de material eletrônico e aparelhos de
comunicações e alimentos e bebidas.
O Ceará, que teve a pior queda no mês, acumula retração
de 0,6% na atividade nos 10 meses do ano. A produção da
indústria cearense diminui desde julho e, em outubro, as
maiores pressões negativas vieram do setor têxtil, com
baixa de 23,1% ante 2004. Os recuos em alimentos e
bebidas (-15,4%) e calçados e artigos de couro (-20,6%)
também explicam a forte contração.

Em novembro, o custo de vida teve alta de 0,38%, ou
seja, 0,19 ponto percentual a menos do que a taxa
apurada em outubro (0,57%), segundo cálculos para o
município de São Paulo feitos pelo DIEESE - Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.
As principais contribuições para esta elevação foram de
grupos como Alimentação (0,29pp), Transportes (0,04pp) e
Habitação (0,03pp).
Índices por estrato de renda
O DIEESE, além do índice geral também calcula mais três
indicadores de inflação, segundo tercis de estratos de
renda das famílias paulistanas. Em novembro, as taxas de
inflação foram bastante distintas conforme o estrato de
renda. O estrato 1, que corresponde à estrutura de
gastos de 1/3 das famílias mais pobres (renda média = R$
377,49*), registrou a maior elevação, com taxa de 0,47%.
Para o estrato 2, que contempla os gastos das famílias
com nível intermediário de rendimento (renda média = R$
934,17*), a taxa foi de 0,44%, enquanto para o estrato
3, que se refere às famílias de maior poder aquisitivo
(renda média = R$ 2.792,90*), a taxa ficou em 0,34%.
Índices Acumulados
O ICV-DIEESE acumula, neste ano, uma inflação de 4,34% e
nos últimos 12 meses a taxa atinge 4,90%. Os resultados
por estrato de renda, tanto no ano como anual, apontam
uma correlação positiva com a renda familiar. Assim,
neste ano, as taxas por estrato apresentam os seguintes
valores: estrato 1, 3,68%; estrato 2, 3,90% e estrato 3,
4,71%.. Nos últimos 12 meses os resultados foram:
estrato 1, 4,06%; estrato 2, 4,41% e estrato 3, 5,33%.
Considerações Finais
Nos dois últimos meses de cada ano é prática dos
estabelecimentos de ensino negociar com os pais e alunos
as taxas de reajuste a serem aplicadas nas mensalidades
escolares do ano seguinte. Entre janeiro de 1997 e
novembro deste ano, a inflação apurada pelo DIEESE foi
de 90,60%. O grupo Educação teve seus preços reajustados
em 110,10%. Dentre seus subgrupos, os bens da educação-
que inclui o material escolar - subiram 88,49% e os
serviços – onde são consideradas as mensalidades
escolares - 112,76%, apresentando, assim, taxas
distintas.
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02/12/05 -
Cesta
Básica sobe em todas as capitais
Em novembro, todas as 16 capitais, onde o DIEESE realiza
a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, registraram alta no
preço dos gêneros de primeira necessidade, comportamento
apurado, pela última vez, em maio.
A maior elevação ocorreu em Belo Horizonte (9,32%) e a
menor, em Fortaleza (0,30%). O maior custo para a cesta
foi apurado em São Paulo (R$ 184,67) e o menor, em
Fortaleza (R$ 130,31).
Tomate (cujo preço é acompanhado em todas as cidades) e
a batata - pesquisada apenas no Centro-Sul - foram os
principais destaques. O salário mínimo necessário para a
aquisição da cesta subiu para R$ 1.551,41.
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01/12/05 -
Maioria dos pisos salariais fica entre 1 e 1,5 salário
mínimo
De um conjunto de 175 informações sobre pisos salariais
negociados entre janeiro e junho deste ano, 52%
situam-se entre 1 e 1,5 salário mínimo. Em 28,6% dos
casos, o piso ficou na faixa entre 1,26 e 1,5 salário
mínimo.
Os valores mais elevados encontram-se no setor serviços,
onde 19 contratos garantiram pisos superiores a dois
salários mínimos nominais. Por outro lado, 27% dos pisos
firmados na indústria e comércio correspondem à faixa de
até 1,25 salário mínimo.
Na indústria, os pisos ficaram, em média, em R$ 409,54;
no comércio, R$ 452,81 e nos serviços, em R$ 529,58.
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A taxa de desemprego na Grande São Paulo manteve-se em
16,9%, em outubro, segundo apurou a Pesquisa de Emprego
e Desemprego (PED), realizada pela parceria
DIEESE/Seade. Houve estabilidade no total de
desempregados, que ficou em 1.691 mil pessoas, mil a
menos que em setembro. O total de ocupados reduziu-se em
4 mil pessoas, correspondendo a 8.317 mil pessoas.
Também houve estabilidade na taxa de desemprego apurada
na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde a taxa
de desemprego total ficou em 15,4%. O total de
desempregados chegou a 371 mil pessoas, com acréscimo de
3 mil em relação a setembro Este movimento derivou do
simultâneo aumento do nível de ocupação (mais 18 mil
postos) e crescimento da PEA (que incluiu mais 21 mil
pessoas).
Rendimentos
- Na Região Metropolitana de São Paulo, o rendimento
médio dos ocupados recuou 1,0%, em setembro, passando a
equivaler a R$ 1.071. Para os assalariados, a redução
foi menor (-0,4%) e o salário médio ficou em R$ 1.148.
Estas retrações derivaram, fundamentalmente, da alta da
inflação verificada em setembro, quando o ICV-DIEESE
chegou a 0,72%. Na Grande Belo Horizonte rendimento
médio e salário real médio cresceram em setembro. O
primeiro subiu 0,8%, e chegou a R$ 774, enquanto o
salário aumentou 3,2%, atingindo R$ 829.
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21/11/05 -
Mulheres
negras e mercado de trabalho
O DIEESE e a Organização Internacional do Trabalho (OIT)
divulgaram hoje uma análise sobre a inserção da
população negra no mercado de trabalho, com ênfase na
situação das mulheres e das trabalhadoras domésticas. A
divulgação foi feita para marcar o Dia Nacional da
Consciência Negra, 20 de novembro.
O trabalho teve como base os dados da Pesquisa de
Emprego e Desemprego (PED), realizada pelo DIEESE e a
Fundação Seade. Entre outros dados, o fato de as
mulheres terem, em média, rendimentos 30% inferiores aos
dos homens, apesar de possuírem, em geral, níveis de
escolaridade superiores.
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10/11/05 -
Combustíveis e alimentos respondem pela inflação de
outubro
Em outubro, o custo de vida no município de São Paulo
apresentou alta de 0,57%, segundo cálculo do DIEESE -
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos –. A taxa é 0,15 ponto percentual (pp)
inferior à apurada em setembro, que chegou a 0,72%.
Os gastos com Transportes que contribuíram com 0,37pp no
total da taxa, e as despesas com Alimentação (com
impacto de 0,20pp) foram os fatores para a alta ocorrida
em outubro. Os demais grupos pouco variaram e suas
contribuições neutralizaram uma a outra.
Índices por estrato de renda
- O DIEESE, além do índice geral, também calcula mais
três indicadores de inflação, segundo tercis de estratos
de renda das famílias paulistanas. O estrato 1, que
corresponde à estrutura de gastos de 1/3 das famílias
com menor renda (renda média = R$ 377,49) apresentou, em
outubro, variação de 0,33%. Para o estrato 2, que
contempla os gastos das famílias com nível intermediário
de rendimento (renda média = R$ 934,17), a taxa ficou em
0,52% e, para o estrato 3, que engloba as famílias de
maior poder aquisitivo (renda média = R$ 2.792,90) o
custo de vida subiu 0,64%.
Índices Acumulados
- O ICV-DIEESE acumula, neste ano, uma inflação de 3,94%
enquanto nos últimos 12 meses a taxa atinge 5,37%. Os
resultados por estrato de renda, tanto no ano como para
o anual, apontam uma correlação positiva com a renda
familiar. Assim, neste ano as taxas acumulam os
seguintes valores: 3,20%, para estrato 1; 3,45%, para o
2 e 4,36%, para o 3. Nos últimos 12 meses, os resultados
foram: estrato 1, 4,14%; estrato 2, 4,76% e estrato 3,
5,95%.

28/10/05 -
Desemprego tem pequena variação e taxa fica em 16,9%, na
Grande São Paulo
A taxa de desemprego, na Grande São Paulo, registrou
pequena variação, em setembro, e ficou em 16,9%, contra
os 17,1%, verificados no mês anterior. A taxa é a
segunda menor do ano (só perde para janeiro, com 16,7%)
e a menor para o mês desde 1997.
A redução da taxa, em setembro, resultou da saída de 52
mil pessoas do mercado de trabalho, ao mesmo tempo em
que houve a redução de 23 mil ocupações. Em setembro, o
total de ocupados, na região metropolitana de São Paulo,
correspondia a 8.321 mil pessoas.
Em quatro outras regiões
metropolitanas onde a Pesquisa de Emprego e Desemprego
(PED) é realizada pelo DIEESE, em parceria com a
Fundação Seade, de São Paulo, e instituições e governos
locais, a taxa de desemprego registrou comportamento
diferenciado. Em Recife, teve pequena oscilação,
passando de 22,6%, para 22,4%. Na região metropolitana
de Salvador, a queda foi significativa, e a taxa
reduziu-se de 24,6% para 23,6%. Em Belo Horizonte, a
taxa ficou em 15,4%, contra 16,1%, apurada em agosto. Na
Grande Porto Alegre, houve pequena oscilação positiva,
com a taxa passando de 14,7%, em agosto, para 14,8%, em
setembro.
Rendimentos
- Em todas as regiões, o nível de rendimento registrou
comportamento positivo na comparação entre o resultado
de agosto contra julho. Na Grande São Paulo, os
rendimentos apresentaram alta de 1,7%, para os ocupados
e de 0,3%, para os assalariados, com seus valores
fixando-se em R$ 1.074 e R$ 1.145, respectivamente. Em
Salvador, os rendimentos cresceram 1,1% e ficaram em R$
716 (ocupados) e em R$ 830 (assalariados). Em Belo
Horizonte, o aumento de 1,4% elevou o rendimento médio
para R$ 767, e o salário médio subiu para R$ 802,
conseqüência de alta de 0,7%. Na Grande Recife, os
rendimentos aumentaram 0,6%, com seu valor médio
situando-se em R$ 542 e os salários subiram 0,7%,
ficando em R$ 617. As maiores elevações ocorreram em
Porto Alegre, onde o rendimento médio chegou a R$ 919
(aumento de 2,9%) e o salário médio atingiu R$ 926 (alta
de 3,2%).

05/10/05 -
DIEESE inicia comemoração
dos 50 anos
Em 11 de agosto, o DIEESE
começou a comemorar oficialmente seus 50 anos, a serem
completados em 22 de dezembro. O lançamento do Anuário
dos Trabalhadores e a conferência Desenvolvimento com
Distribuição de Renda, com o professor Luiz Gonzaga
Belluzzo, marcaram o evento, realizado em São Paulo.
Estiveram presentes o ministro do Trabalho e Emprego,
Luiz Marinho, representantes das centrais sindicais e de
entidades parceiras, entre tantos outros.
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Os dados são do Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (Caged),
divulgados hoje (21/9) pelo ministro do Trabalho e
Emprego, Luiz Marinho
Brasília, 21/09/2005 - O
nível de emprego formal continua em expansão,
confirmando a estimativa do governo federal de gerar,
até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, a média mensal de 100 mil postos de trabalho.
Em agosto, foram criados no país 135.460 postos de
trabalho, o que representa um acréscimo de 0,53%.
Desde o início do ano, o número de assalariados com
carteira assinada chegou a 1.219.236, significando um
crescimento de 4,95%. Nos últimos 12 meses, o saldo
positivo foi da ordem de 1.276.066 postos de trabalho,
um acréscimo de 5,19%.
Os dados são do Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (Caged),
divulgados hoje (21/9) pelo ministro do Trabalho e
Emprego, Luiz Marinho. Para ele, o resultado favorável
de agosto é atribuído, em primeiro lugar, ao bom
desempenho do setor de serviços, responsável pela
abertura de 70.181 vagas - um acréscimo de 0,70%. "Foi
o melhor desempenho do setor desde abril", destacou o
ministro. Em segundo lugar vem o comércio, que
registrou em agosto a maior variação mensal de 2005,
com a criação de 43.353 postos - uma expansão de
0,75%.
A construção civil
apresentou também uma boa performance, ficando em
terceiro lugar na geração de empregos. O setor criou
18.285 empregos formais, um acréscimo de 1,69%. Foi o
maior saldo mensal desde agosto de 2004, quando foram
criadas 18.752 vagas. O acumulado deste ano aponta a
criação de 91.206 postos de trabalho no setor, número
superior ao registrado nos oito primeiros meses de
2004 (+ 90.057 postos). Para o ministro Luiz Marinho,
a expansão da construção civil, já registrada no mês
de julho, é importante. "Indica que pode haver impacto
de investimento. É um setor muito sensível da
economia", disse.
A indústria de
transformação teve em agosto variação maior do que a
de julho: 0,30%, com um saldo de 18.173 empregos
celetistas. Esse número, embora inferior ao de agosto
de 2004, quando foram registrados mais 72.168 postos
de trabalho, manteve-se no patamar de 2003 (+ 19.089
postos) e de 2002 (+ 17.457 postos).
Entre os ramos
industriais, destacam-se a indústria de alimentos e a
indústria têxtil. A de alimentos foi responsável pela
geração de 9.777 empregos, representando uma expansão
de 0,70%, enquanto a têxtil gerou 4.461 postos, um
acréscimo de 0,54%. Já os ramos que apresentaram
queda de emprego em agosto foram a indústria da
madeira e do mobiliário, que perdeu 2.254 postos, e a
indústria da borracha, fumo, couros e peles, com menos
4.328 vagas.
As regiões Sudeste, com
73.196 postos, e a Nordeste, com a abertura de 30.083
vagas, foram as que mais geraram empregos. Os dados do
Caged por estado revelam que São Paulo é o destaque,
com a criação de 55.956 postos. Em seguida, vem o Rio
de Janeiro, com 10.037 postos e o Paraná, com 10.319
vagas.
Os estados com queda de
emprego foram Minas Gerais, com menos 339 postos,
devido ao comportamento desfavorável do setor agrícola
no estado (- 19.907 empregos formais), especialmente
da cultura do café. Em segundo lugar está o Rio Grande
do Sul, que registrou menos 4.376 postos, motivado
pela queda da atividade na Indústria da Borracha,
Fumo, Couros e Peles (-6.933 postos) e pela Indústria
de Calçados, com perda de 1.705 empregos, seguido por
Mato Grosso, com menos 1.587 postos, em virtude da
redução de 1.414 empregos na agropecuária, setor
atingido por fator sazonal, a entressafra no
Centro-Sul do país. Embora a agropecuária tenha sido o
setor com maior perda de emprego, em agosto, o
acumulado deste ano indica a criação de 199.400
postos, um crescimento de 15, 55%.
As nove principais
regiões metropolitanas foram responsáveis pela geração
de 68.420 empregos celetistas, uma expansão de 0,65%
em agosto. Além de São Paulo, com a criação de 33.695
postos e Rio de Janeiro, com a abertura de 10.037
vagas, Belo Horizonte foi destaque, com a geração de
8.396 empregos com carteira.
Fonte:
Fórum Nacional do Trabalho

16/09/05 -
Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – BRASIL –
Julho de 2005
A queda de 2,5% na
produção industrial interrompeu uma seqüência de quatro
meses de expansão, representando a maior perda neste
indicador desde janeiro de 2003, e fez com que o nível
de produção retornasse a um patamar ligeiramente
superior ao de abril.
Entres as indústrias que reduziram a produção, os
movimentos de maior importância para o resultado global
vieram de veículos automotores (- 4,6%), material
eletrônico e equipamentos de comunicações (- 10,7%) e
máquinas e equipamentos (- 5,7%). Ainda na comparação
com o mês anterior, os únicos setores que mostraram
crescimento foram refino de petróleo e produção de
álcool (2,6%), farmacêutica (4,2%) e celulose e papel
(1,7%).
Em relação a julho de
2004, a produção cresceu 0,5%, com o setor extrativo
(10,9%) garantindo esse resultado ligeiramente positivo,
uma vez que a indústria de transformação teve
crescimento nulo e atingiu a menor marca desde de
setembro de 2003.
O indicador acumulado
de janeiro a julho de 2005, quando comparado com o mesmo
período de 2004, mostrou crescimento de 4,3%, com o
setor extrativo registrando aumento de 10,5% e a
indústria de transformação avançando 4,0%.
Esses resultados
sinalizam um padrão de crescimento, em 2005, apoiado
principalmente nas categorias de bens de consumo
duráveis e não duráveis, ou seja, produtos resultantes
das atividades primárias e secundárias, destinados ao
consumo final pela sociedade. As atividades primárias
incluem agropecuária e extração vegetal e as secundárias
incluem as indústrias extrativa mineral, de
transformação, de construção e atividades
semi-industriais.
A pesquisa é
realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística – IBGE – mensalmente e mede o volume físico
de 830 produtos, ou seja, apenas o número de unidades
produzidas.

SALÁRIO MÍNIMO - - Novo salário mínimo de R$
300,00
Este valor resulta de um reajuste de 15,4%, sobre o
patamar vigente (R$ 260,00). Ou seja, incorpora um
aumento real de 6,5% - quando se considera o Índice
do Custo de Vida (ICV), calculado pelo DIEESE, ou de
8,8%, quando se leva em conta o Índice Nacional de
Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE). Em ambos os casos, foi estimada, para abril,
inflação de 0,4%. Quem recebe menos que um mínimo
deve também ter reajuste. Com o aumento do mínimo,
até o final deste ano deverão ser injetados na
economia nacional, cerca de R$, 13,3 bilhões,
considerando-se apenas o acréscimo de R$ 40,00 ao
piso nacional.
Fonte:
Dieese

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