Sônia Maria Z. da Silva

Secretária para Assuntos de Trabalho

da Mulher do Idoso e do Adolescente

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Secretaria para Assuntos de Trabalho da Mulher, do Idoso e do Adolescente

 

 

Apresentação

 

Por incrível que pareça, as guerras contribuíram para que as mulheres ingressassem no mercado de trabalho.

 

Eram chamadas a substituir os homens, únicos operários de então, quando convocados para atuar nos campos de batalha.

 

Para que as indústrias continuassem mantendo a produção, o caminho a trilhar era o de utilizar o trabalho das mulheres dos convocados, até o retorno dos respectivos maridos.

 

A temporariedade era a característica dessa prestação de serviços.

 

Mas, o trabalho da mulher, mesmo na época da “Revolução Industrial” era considerado inferior e, por isso mesmo, com remuneração menor, contribuindo para aumentar a desigualdade em relação ao trabalho masculino.

 

O uso de máquinas tornou-se peça importante para reduzir essa desigualdade. Mas, não a eliminou, eis que outros fatores também concorriam para sua existência.

 

As leis brasileiras têm evoluído no sentido de dar maior proteção à mulher trabalhadora, ao mesmo tempo que buscam definir tratamento igual aos dispensados aos homens.

 

Na atualidade, poucas são as diferenças, se compararmos com a legislação anterior.

 

Todavia, a situação de fato demonstra que muito ainda pode ser feito com relação ao trabalho da mulher. Se, por um lado, muitas diferenças têm sido superadas, por outro, situações novas surgem pari passu com o desenvolvimento tecnológico e social.